O apartamento é quadrado
O meu rosto também
Gosto dos círculos, porém
Disformes formas que te desenham Zé,
Ninguém
Ao lado do nada.
Ninguém
Ao lado do nada.
Abro a veneziana, cabelos, olhos e bocas quadradas
E dentro de mim a guerra infinita
Redonda de formas
Cansada de ser, bonita
A moça da saia rodada
Que me fita as fitas
Que me olha os olhos
Que me ri à alma.
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