Já parou pra pensar bem?
Já parou pra pensar bem em tudo aquilo que a gente semeou na intersecção do tempo-espaço de amor que nos uniu? Me transbordei em leveza e peso para fora das bordas circulares do carinho que fomos um para o outro.
Foi circular, nada reto, não haviam quadraturas plutônicas na similaridade das nossas sinfonias.
Foi uma orquestra sinfônica e os músicos tocavam somente as notas mais doces e leves. Ao nosso pedido, sons psicodélicos e um pouco de anarquia. Para nossas mãos, os barulhos rebeldes de arrepiar os pelinhos de dois corações gigantes. Que sorte a minha.
Menino anarquista, tu és gigante e um dos carinhos que levarei sempre com o peito aberto.
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