Suplico-te para que não percas a chance de acariciar
As obscuridades de
tudo aquilo que não és.
Queimar por desatino ou simples prazer, ou amor,
E se para isso for, que
seja em todas as extremidades de sua matéria
E nas falhas mais cretinas de sua
alma.
E agradeço se não ordenar, o que é assim,
Ilógico de parto, sútil de
concepção, concepção de não fazer sentido.
Louco!
Caótico, doido. E tão belo.
A dualidade aquela danada!
É quem compõe as arestas da tua instigante
maneira de ser, tão assim, assimétrico e perfeito e patrão e escravo e jesus e
diabo.
bravo!!! (palmas)
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