segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Humano



Suplico-te para que não percas a chance de acariciar
As obscuridades de tudo aquilo que não és.
Queimar por desatino ou simples prazer, ou amor,
E se para isso for, que seja em todas as extremidades de sua matéria
E nas falhas mais cretinas de sua alma.
E agradeço se não ordenar, o que é assim, 
Ilógico de parto, sútil de concepção, concepção de não fazer sentido. 
Louco!
Caótico, doido. E tão belo.
A dualidade aquela danada! 
É quem compõe as arestas da tua instigante maneira de ser, tão assim, assimétrico e perfeito e patrão e escravo e jesus e diabo. 

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